Bom dia, leitores e leitoras do
nosso blog da UEM – Novas Tecnologias! É um prazer escrever para vocês
novamente.
Hoje vamos ver um pouco sobre
tipos de usuários de tecnologias, segundo pesquisa de Santaella apud Braga Guimarães (2007) juntamente
com dois relatos pessoais de dois usuários de tecnologias, os quais também se
colocarão dentro de alguma dessas categorias desse estudo de 2007. Esses
usuários são Alisson Pepato e Raphael Beck, alunos da disciplina de Novas
Tecnologias do Ensino da Língua Inglesa da Universidade Estadual de Maringá.
Segundo Santaella apud Braga Guimarães (2007), existem
três tipos de navegadores digitais:
·
os novatos,
que navegam errantemente, não reconhecem o propósito das mídias digitais, nem o
que estão fazendo ali, e tem pouca ou nenhuma familiaridade/facilidade de uso
dessas tecnologias, amiúde se desorientando diante da tela e se sentindo
inseguro nesses ambientes;
·
os leigos,
que já sabem, pelo menos, como pesquisar e aprender sobre o que ainda não sabem
e que, por mais que não tenham tanta familiaridade como a próxima categoria,
conseguem interagir bem em ambientes digitais: navegação detetivesca.
·
os experts
executam tarefas digitais com rapidez e facilidade, sabem o que estão fazendo.
F
F
Agora, vamos contar nossas
experiências pessoais e que tipo de usuário somos.
Raphael: Quando eu vou navegar na web,
mesmo sem um propósito definido que vá além de “entrar no
facebook”, particularmente eu considero que tenho um tanto de afinidade com
tecnologias, de forma que eu sei como navegar, sei como utilizar as ferramentas
que o computador disponibiliza (navegador, programas para digitação, cálculos,
desenhos, etc.), caso sejam necessárias para alguma finalidade específica que
eu encontre online, e sei fazer a leitura da internet num sentido que, por
exemplo, saber onde não clicar para não pegar um vírus, ad's popups que espocam
na tela, como fechá-los, identificar uma mudança de página que tenha acontecido
sem o consentimento do internauta, a abertura de uma nova página, enfim, todos
esses ardis de quem quer, ou esfregar o marketing de certos produtos na nossa
cara, ou colocar um vírus dentro de nossas máquinas. Saber identificar, não só
isso, mas características dentro da internet, saber navegar, saber falar a
língua digital, acredito que isso me coloque em um patamar de expert, segundo
Santaella apud Braga Guimarães
(2007).
Porém, no passado, não fui sempre
assim. Eu já cliquei (e baixei) vírus no meu computador achando se tratar de
algo que eu pesquisava, já permiti que programas como Baidu fossem instalados
sem eu perceber no meu navegador (por intermédio de não desmarcar caixinhas ao
clicar em "avançar" quando se instala alguns programas), já acreditei
em perfis sem foto (e pessoas que não mostravam o rosto em bate-papos) que
poderiam ser estupradores e me encontrei com essas pessoas, enfim. Vários são
os riscos de uma navegação sem consciência, sem saber o que se está fazendo.
Vários são os riscos que correm vários que, como eu era, são leigos no assunto.
Alisson: Eu, assim como meu amigo Rapha, me defino como um ''usuário experto'', segundo os conceitos de Santaela. Desde a pré-adolescência venho me familiarizando com a tecnologia e internet, e os conhecimentos que adquiri (e adquiro, pois acredito que o aprendizado nunca deve parar) fazem com que eu navegue sem dificuldade, de maneira ágil e eficaz. Estou sempre no Google pesquisando assuntos de meu interesse e procurando aprender sempre mais, visto que me considero autodidata. Acho importante que um usuário da internet saiba utilizar todos os aplicativos que o computador possui, para se proteger no ambiente virtual dos inúmeros problemas e consequências que o uso da internet pode trazer. Uma pessoa de minha família, por exemplo, não consegue dominar as ferramentas que o computador traz, tendo uma visão bem simplista e sem cuidados da internet. Seu computador é formatado a cada dois meses, devido a vírus e outros programas mal intencionados que se instalam frequentemente em seu HD.REFERENCIAS: SANTAELLA, L. Navegar no ciberespaço: o perfil cognitivo do leitor imersivo. São Paulo: Paulus, 2004.
E você, que tipo de usuário é? Escreva abaixo nos comentários pra gente!


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